Chamariz (Serinus Serinus)

By Ricardo Lourenço
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Canon 7 D
1/200
f/8
ISO 800
500 mm
Sigma 150-500 mm

São das aves mais frequentes em comedouros e chegam a pousar simultaneamente vários indivíduos. Comem normalmente aveia ou milho-alvo. Neste caso, captei um macho que simplesmente parou para cantar e observar, voltando mais tarde para se alimentar.
 

Trepadeira-azul (Sitta europaea caesia)

By Ricardo Lourenço
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Canon 7 D
1/800
f 8
ISO 500
500 mm
Sigma 150-500 mm
Canon speedlite 580 EX II
 

Chapim-Azul (Parus Caeruleus)

By Ricardo Lourenço
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Canon 7D
1/250
f 7.1
ISO 800
500 mm
Sigma 150-500 mm
Canon Speedlite 580 EX II
 

Chapim-Azul (Parus Caeruleus)

By Ricardo Lourenço
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Canon 7D
1/160
f 8
ISO 800
500 mm
Sigma 150-500 mm
Canon Speedlite 580 EX II



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Canon 7 D
1/160
f 7.1
ISO 800
500 mm
Sigma 150-500 mm
Canon Speedlite 580 EX II

São de todos os chapins os mais sociáveis, principalmente quando envolve comida. Adoram pendurar-se de cada ramo tentando romper a fina película que envolve a aveia e comendo de imediato o seu interior. Não costumam deixar aproximar o Chapim-Real (outra das aves que se aproximou nesta manhã) pois são bastante territoriais com os outros chapins. Facilmente se consegue a sua aproximação mas não são fáceis de fotografar por serem bastante irrequietos.
 

Trepadeira-azul (Sitta europaea caesia)

By Ricardo Lourenço
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Canon 7 D
1/200
f 7.1
ISO 800
500 mm
Sigma 150-500mm
Canon Speedlite 580 Ex II


São loucas por sementes de girassol e graças a estas acompanharam-me constantemente neste comedouro durante 2 horas. Bastante territoriais impediram que outras espécies se aproximassem durante este período, envolvendo-se por vezes em confrontos, nomeadamente com o chapim-azul que tentava desesperadamente "petiscar" na aveia.

Todas as informações em www.natugrafia.com
 

Raposa(Vulpes vulpes)

By Ricardo Lourenço
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Canon 7 D
1/160 sec
F.8
ISO 500
500 mm
Sigma 150-500 mm

O dia nem estava para grandes saídas (chuva e vento), mas o tempo vai sendo tão pouco para fotografar que não se podem perder oportunidades a meio da semana para tentar fazer alguns trabalhos. A história de sempre,ainda de madrugada, colocação do abrigo junto à ribeira e espera, muitas horas de espera. Nos últimos dias de fotografia, o meu Compact Flash tem chegado a casa da mesma forma como saiu o que não abona a favor da minha motivação. contudo, esta Raposa veio "colorir" este dia cinzento e desempoeirou o meu obturador.
A Raposa-Vermelha trata-se de um dos mamíferos mais belos da nossa fauna mas raramente se deixa avistar. Não foi a primeira vez que tive contacto com uma raposa, mas foi a primeira vez que consegui que uma se aproximasse. O mais curioso de tudo, é que esta Raposa aproximou-se porque ao ouvir o barulho do obturador da 7D ficou intrigada com aquele "restolhar" e correu na minha direcção, provavelmente pensado que se tratasse de alguma presa. Durante a corrida do animal até cerca de 20 metros do abrigo, disparei o obturador freneticamente descurando um pormenor: não possuindo uma Cartão de Memória UDMA com boa velocidade de gravação e disparando continuamente 8 fps (RAW/ 25 MB cada ficheiro)a máquina acabou por perder 2 segundos sem poder disparar que me impossibilitaram de fotografar o momento em que a raposa pára e olha na minha direcção, fugindo 2 segundos depois. Uma das únicas fotografias que gosto é aquela registada em cima e que de certa forma fez-me ganhar o dia.

Brevemente, colocarei mais fotografias em:

www.natugrafia.com (clique na imagem para aceder)
 

NATUGRAFIA

By Ricardo Lourenço
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Natugrafia é um projecto idealizado por quatro amigos (Bruno Calha, Filipe Caetano, Pedro Costa e Ricardo Lourenço) que se dedicam à fotografia de natureza, centrando principalmente os seus motivos na fauna selvagem que habita o nosso país. Aqui pode encontrar, para além da Galeria com inúmeras imagens, artigos sobre as diferentes vertentes deste tipo de fotografia, notícias, e um fórum totalmente dedicado à discussão de temas ligados a esta temática.

Está disponível totalmente em português e com informações contextualizadas de acordo com as características da nossa fauna e flora. Visite-nos e participe.

www.natugrafia.com
 

Guarda-Rios (Alcedo Athis)

By Ricardo Lourenço
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Canon 40 D - f. 7.1 - 1/320 - ISO 400 - 500 mm - Canon Speedlite 580 EX II - Hide
 

Guarda-Rios (Alcedo Athis)

By Ricardo Lourenço
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( Canon 40 D - f.8 - 1/60 - ISO 800 - 370 mm - Sigma 150-500 mm - Canon Speedlite 580 EX II)
 

Borrelho-pequeno-de-coleira (Charadrius dubius)

By Ricardo Lourenço
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(Canon 350 D - F.8 - 1/500 - ISO 200 - 500 mm - Hide)

À primeira vista esta foto parece ligeiramente torta, não só pelo aparente desnível da linha da margem como também pela posição das patas do animal. Contudo, trata-se de uma coincidência que me agradou, principalmente pelo aspecto desequilibrado da ave.
 

Pilrito-comum (Calidris alpina)

By Ricardo Lourenço
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(Canon 350 D - f.8 - 1/250 - ISO 200 - Canon Speedlite 580 EX II)
 

Maçarico das Rochas (Actitis hypoleucos)

By Ricardo Lourenço
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(Canon 350 D - F.8 - ISO 200 - 1/200 - Canon Speedlite 580 EX II)
 

Pilrito-comum (Calidris alpina)

By Ricardo Lourenço
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(Canon 350 D - F.8 - 1/250 - ISO 200 - 500 mm - Canon Speedlite 580 EX II)
 

Borrelho-pequeno-de-coleira (Charadrius dubius)

By Ricardo Lourenço
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(Canon 350 D - F.8 - 1/500 - ISO 200 - 500 mm - Hide)


Visitante estival escasso das águas doces interiores, em especial dos cursos de água e poços com seixos. Mais pequeno, mais delgado, é uma versão de asas mais compridas do Borrelho-grande-de-coleira com aparência semelhante, de cabeça redonda, bico curto e comportamento típico de borrelho, o chamado "corre-pára". É devido a este comportamento tão nervoso que se torna difícil fotografa-lo, para além do facto de ter que se estar deitado (sabe-se lá onde), bem rente ao solo, para se conseguir este fundo bem desfocado.
 

Pilrito-comum (Calidris alpina)

By Ricardo Lourenço
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(Canon 350 D - F.8 - ISO 200 - 500 mm - Canon Speedlite 580 EX II)

Esta é daquelas fotos curiosas pela forma como foi tirada. A partir das 17 horas de ontem , enfiei-me no abrigo (sim, só a partir das 17 horas porque estavam 40 º em Beja) à espera que algumas garças ou até mesmo um Colhereiro pousassem em cima de uma rochas que se abeiram de uma barragem. Depois de 3:30 H volvidas, saí da tenda e preparava-me para arrumar o material quando observei este Pilrito a 20 metros de distância que permanecia imóvel sem reagir à minha presença. Tendo em conta que, apesar de não serem muito tímidos. costumam reagir à presença humana piando em sinal de alarme e fugindo para longe.,o que não aconteceu .Contudo, estava a 20 metros dele e nenhuma reacção. Sempre esperando que a qualquer momento saísse disparado dei 4 ou 5 passos em ziguezague na sua direcção e nada. Baixei-me e deitei-me na lama sem nenhum sinal de alarme começando lentamente a rastejar com a máquina no seu encalço. De repente ele flecte as pernas e mexe agitadamente a cabeça. Está tudo perdido, pensei eu.Mantive-me quieto. Passados alguns segundos estava novamente descontraído e lá fui eu rastejando por aquele misto de lama esverdeada e fezes de aves que passam ali grande parte do tempo. Não queria acreditar, estava a cerca de 3 metros dele e comecei a disparar freneticamente o obturador (que não é muito silencioso) e a ave pareceia pregada ao solo. Nem as flashadas que muitas vezes assustam algumas aves provocaram a mínima reacção do pilrito. Depois de conseguir o que queria levantei-me devagar tentando perceber até que ponto a ave me toleraria. Fugiu de imediato mas o meu dia estava ganho.